Hoje é Dom Ago 20, 2017 4:55 pm

Todos os Horários estão como UTC - 2 horas




Criar novo tópico Responder Tópico  [ 212 Mensagens ]  Ir para a página Anterior  1 ... 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 ... 15  Próximo
Autor Mensagem
 Assunto do Tópico: A ordem dos fatores importa neste caso
MensagemEnviado: Sex Ago 04, 2006 8:32 pm 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Sex Mai 13, 2005 10:39 pm
Mensagens: 2823
Localização: Itaboraí, RJ
4 de Agosto de 2006


Editado pela última vez por arnaldo em Sex Jan 05, 2007 6:43 pm, num total de 1 vezes

Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico: Re: Hora da verdade? O desenho do barco e a Coordenação do P
MensagemEnviado: Sáb Ago 05, 2006 3:23 am 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Seg Fev 06, 2006 12:35 pm
Mensagens: 634
Localização: Rio de Janeiro
arnaldo escreveu:
Entre essas características está a possibilidade de se construir esse barco em qualquer parte do país com recursos técnicos limitados. Não obsta que o barco também possa ser construído em espuma pois quanto mais alternativas se possa disponibilizar mais se facilita a disseminação da idéia. No entanto a construção seriada em compensado com um molde negativo (molde fêmea) provavelmente se mostrará mais econômica. Esse construção é uma espécie de ?stitch and glue?, sem os pontos mas com o tape nas longitudinais. Foi descrita brevemente no manual dos Goudgeon Brothers e mais em detalhe no excelente Dinghy Building do Richard Creagh Osborne.


Não conheço esta variante de "costure e cole" mas posso imaginar que o molde fêmea sirva para dobrar o compensado, já que a fita não teria resistência para mantê-lo no lugar. É isto? O molde é indispensável? Se sim, volto a insistir no "costure e cole" puro, onde um mero par de cavaletes é tudo que se precisa para sustentar o casco durante o início da construção. A necessidade do molde fêmea aumenta a complexidade, requer mais material e eleva os custos.

Com certeza o compensado é muito mais disponível que a espuma de PVC, mas esta tem algumas vantagens interessantes:

1. Não é necesário uma serra circular e nem mesmo uma tico-tico. A espuma pode ser cortada com uma faca Olfa.

2. Não é necessário furadeira. Os pontos podem ser marcados com um simples prego.

3. O amarrado pode ser feito (eu imagino, ainda não testei ;-)) com abraçadeiras de plástico. Mais fáceis de colocar e retirar depois.

4. Se o barco tem 3,8 m e a chapa de compensado apenas 2,2 m, duas chapas precisarão ser chanfradas e coladas, uma operação difícil e que eventualmente irá requerer uma plaina elétrica. A espuma pode ser simplesmente colada ponta-a-ponta sem nehuma preparação.

5. O construtor poderá optar por resina poliéster sem medo, pois esta cola bem em espuma (estou supondo aqui, alguém pode confirmar?). A baixa resistência à osmose (ou seria hidrólise?) não é problema, pois o barco será guardado fora d'água. A resina poliéster é consideravelmente mais barata que a epoxi. Ao escolher madeira você terá que forçosamente usar epoxi.

Somando todos estes fatores, acho que a construção em espuma pode sair mais barata que a construção em madeira, mas naturalmente, é preciso fazer as contas antes.

Um último lembrete: pode ser que a espuma seja a única opção para se alcançar o peso ideal deste barco.

Ivan.


Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico: Sobre os comentários do Ivan
MensagemEnviado: Sáb Ago 05, 2006 3:45 pm 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Sex Mai 13, 2005 10:39 pm
Mensagens: 2823
Localização: Itaboraí, RJ
...

_________________
Velas Cognac
33 Anos de Brasil
adrianno@openlink.com.br


Editado pela última vez por arnaldo em Sex Jan 05, 2007 6:44 pm, num total de 1 vezes

Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico:
MensagemEnviado: Sáb Ago 05, 2006 9:43 pm 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Ter Mar 02, 2004 6:06 pm
Mensagens: 9435
Nao entendi...o barco vai ser feito por construcao individual amadora ou vamos ter alguem produzindo em escala..??? Estamos falando em popularizar e assim vamos precisar de muitos barcos....e rapido..e para isto que precisamos de patrocinadores....!!!

Confere ou nao?

_________________
Jorge Nasseh (M.Sc Engenharia Naval) Vice Presidente da ACOBAR e autor dos livros: "Manual de Construção de Barcos", "Métodos Avançados de Construção em Composites" e "Técnica e Prática de Laminação em Composites"


Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico: Viabilizando
MensagemEnviado: Dom Ago 06, 2006 1:45 am 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Sex Mai 13, 2005 10:39 pm
Mensagens: 2823
Localização: Itaboraí, RJ
...


Editado pela última vez por arnaldo em Sex Jan 05, 2007 6:44 pm, num total de 1 vezes

Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico: Re: Sobre os comentários do Ivan
MensagemEnviado: Dom Ago 06, 2006 2:16 pm 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Seg Fev 06, 2006 12:35 pm
Mensagens: 634
Localização: Rio de Janeiro
arnaldo escreveu:
O chanfro no compensado é simples e não requer plaina elétrica. Aliás, acho que nem dá para usar uma plaina elétrica com compensado de 4mm ou de 6mm. De toda a forma o chanfro pode ser dispensado se usarmos um ?bacalhau? por dentro. Não é bonito mas pode ser colocado escondido. Pouco aumenta o peso.


Não estava pensando em compensado tão fino. O dinghy polonês que já citei aqui usa 10 mm para o fundo e 6 mm para o costado. Naturalmente o chanfro pode ser feito com plaina manual mas (imagino eu) o trabalho seria enorme.

O "bacalhau" não tornaria problematico curvar o compensado por igual? No livro "Devlin's Boat Building", Samual Devlin descreve vários métodos para juntar as chapas. O método mais próximo a este seria colar várias chapas (3 ou 4) inteiras de 4 ou 6 mm para obter uma única chapa longa e mais grossa, entretanto ele só recomenda este método para cascos acima de 30 pés.

arnaldo escreveu:
Simplesmente não é verdadeiro que a escolha da madeira implique em usar o epoxi. Milhares de barcos pequenos construídos com stitch and glue usaram resina de poliéster e um grande número deles existe até hoje para provar que o uso dessa resina não constituía problema em barcos guardados no seco....


Estava apenas vendendo o peixe que me foi vendido. Segundo o Jorge no "Manual de Construção de Barcos", página 89:

"... As resinas poliéster não tem propriedades de adesão suficientes para laminação em madeira. É muito comum vermos algumas pessoas revestir seus velhos barcos de madeira com fibra de vidro impregnada com resina poliéster e, mais tarde, arrepender-se, pois a adesão de tal produto à maioria das madeiras não é boa. ..."

Pode ser que ele estivesse falando apenas de barcos guardados em água, mas não foi esta a impressão que ele me passou. Com a palavra agora, o especialista.

Uma nota final: tudo o que eu disse nos últimos dois post devem ser tratados como mera especulação. Qualquer discussão mais séria só pode ser iniciada após se alcançar um consenso quanto ao desenho do casco e a forma de tocar o projeto.

Ivan


Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico: Re: Viabilizando
MensagemEnviado: Dom Ago 06, 2006 2:45 pm 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Ter Mar 02, 2004 6:06 pm
Mensagens: 9435
Entao dificilmente teremos um barco economico...a escala faz a diferenca..e popularizar significa escala de velejadores...precisamos de escala..muitos barcos...muitos velejadores...muitos patrocinadores...e tudo rapido..

arnaldo escreveu:
Caro Jorge,

Acho que o melhor modo de viabilizar a construção é permitir que ela possa ser feita de diversas formas. A construção individual, essencialmente unitária, não deve ser descartada. Mas eu me inclino pela construção pulverizada em muitos lugares com algumas dezenas em cada um desses lugares. Posso estar enganado, entretanto.

Arnaldo

_________________
Jorge Nasseh (M.Sc Engenharia Naval) Vice Presidente da ACOBAR e autor dos livros: "Manual de Construção de Barcos", "Métodos Avançados de Construção em Composites" e "Técnica e Prática de Laminação em Composites"


Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico: Re: Sobre os comentários do Ivan
MensagemEnviado: Dom Ago 06, 2006 2:50 pm 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Ter Mar 02, 2004 6:06 pm
Mensagens: 9435
ivancruz escreveu:
arnaldo escreveu:
O chanfro no compensado é simples e não requer plaina elétrica. Aliás, acho que nem dá para usar uma plaina elétrica com compensado de 4mm ou de 6mm. De toda a forma o chanfro pode ser dispensado se usarmos um ?bacalhau? por dentro. Não é bonito mas pode ser colocado escondido. Pouco aumenta o peso.


Não estava pensando em compensado tão fino. O dinghy polonês que já citei aqui usa 10 mm para o fundo e 6 mm para o costado. Naturalmente o chanfro pode ser feito com plaina manual mas (imagino eu) o trabalho seria enorme.

O "bacalhau" não tornaria problematico curvar o compensado por igual? No livro "Devlin's Boat Building", Samual Devlin descreve vários métodos para juntar as chapas. O método mais próximo a este seria colar várias chapas (3 ou 4) inteiras de 4 ou 6 mm para obter uma única chapa longa e mais grossa, entretanto ele só recomenda este método para cascos acima de 30 pés.

arnaldo escreveu:
Simplesmente não é verdadeiro que a escolha da madeira implique em usar o epoxi. Milhares de barcos pequenos construídos com stitch and glue usaram resina de poliéster e um grande número deles existe até hoje para provar que o uso dessa resina não constituía problema em barcos guardados no seco....


Estava apenas vendendo o peixe que me foi vendido. Segundo o Jorge no "Manual de Construção de Barcos", página 89:

"... As resinas poliéster não tem propriedades de adesão suficientes para laminação em madeira. É muito comum vermos algumas pessoas revestir seus velhos barcos de madeira com fibra de vidro impregnada com resina poliéster e, mais tarde, arrepender-se, pois a adesão de tal produto à maioria das madeiras não é boa. ..."

Pode ser que ele estivesse falando apenas de barcos guardados em água, mas não foi esta a impressão que ele me passou. Com a palavra agora, o especialista.

E logico que voce pode construir um barco de madeira com resina poliester...do mesmo modo que voce pode fazer um mastro com perfil de esquadria de aluminio da loja do serralheiro da esquina...vai durar...???...sim, vai durar algum tempo...via funcionar..??? tambem vai funcionar algum tempo....mas seria melhor colar madeira com epoxy e ter um mastro de uma liga de aluminio com extrusão e tempera??? Provavelmente sim..!!!



Uma nota final: tudo o que eu disse nos últimos dois post devem ser tratados como mera especulação. Qualquer discussão mais séria só pode ser iniciada após se alcançar um consenso quanto ao desenho do casco e a forma de tocar o projeto.

Ivan

_________________
Jorge Nasseh (M.Sc Engenharia Naval) Vice Presidente da ACOBAR e autor dos livros: "Manual de Construção de Barcos", "Métodos Avançados de Construção em Composites" e "Técnica e Prática de Laminação em Composites"


Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico: Doucement, doucement....
MensagemEnviado: Dom Ago 06, 2006 3:12 pm 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Sex Mai 13, 2005 10:39 pm
Mensagens: 2823
Localização: Itaboraí, RJ
...


Editado pela última vez por arnaldo em Sex Jan 05, 2007 6:45 pm, num total de 1 vezes

Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico:
MensagemEnviado: Seg Ago 07, 2006 10:53 pm 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Sex Nov 18, 2005 2:55 pm
Mensagens: 452
Srs.
permitam-me uma sugestão...que tal conversar ou pelo menos tentar um contato com os responsáveis (proprietários) dos estaleiros a seguir:
-Performance Sailcraft do Brasil
-Fibramar
-Thor Yachts
-Bom Bordo
Acredito que eles possam contribuir com este tópico. Esses estaleiros foram os responsáveis pela fabricação do Laser, durante algum momento nos 30 anos de história dessa classe no Brasil e apesar desse barco ser um dos mais populares no Brasil, desistiram da empreitada em pouco tempo "entregando" o mercado para os estaleiros estrangeiros.
Charles


Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico:
MensagemEnviado: Qua Ago 09, 2006 11:15 am 
Offline
Novato

Data de registro: Seg Jul 24, 2006 1:28 pm
Mensagens: 23
Localização: Rio de Janeiro
Caros amigos,

Nos pouco dias que não visitei o forum, tanto se passou que não sei nem por onde começar?

Pelo rumo da conversa, posso deduzir que existem várias tendências pelo ar: qual o material, qual o método de construção, qual a escala do projeto, ?

O Ivan estava expressando um desejo de que se utilizasse uma tecnologia barata, onde barato poderia significar que não se utilizasse ferramentas elétricas caras. Para tanto ele estava partindo do pressuposto que construção de "costura e cola" valeria tanto para compensado naval quanto para espuma. Infelizmente isto não é bem verdade: a espuma não suporta a costura da mesma forma que compensado - ela primeiro amassa sob a pressão da costura e depois rasga, se não de todo, o suficiente para atrapalhar a construção! Assim sendo a tecnologia para construção com espuma requer um molde para dar forma ao casco, denominada em inglês de "ply on frames" (ver construção de Mini 650 no Rio Boat Show 2006).

O Ivan levantou outro ponto interessante, quando disse:
". . . Qualquer discussão mais séria só pode ser iniciada após se alcançar um consenso quanto ao desenho do casco e à forma de tocar o projeto."
No entanto, como projetista naval, devo discordar da parte desta observação referente ao desenho do casco: a forma do casco e convés, assim como a estrutura, variam significativamente dependendo dos diferentes tipos de material, tecnologia de construção e função do produto final. Assim sendo, é necessário se ter alguns parâmetros, ou seja as exigências que já mencionamos aqui, para que possamos começar o processo de desenvolvimento do novo barco. Quanto à parte seguinte, referente à forma de tocar o projeto, acho relevante termos um consenso o mais rápido possível, pois isto sim irá decidir se iremos de fato construir o barco ou não! Se o projeto vai sair do papel ou não!

O nosso host também levantou um ponto crucial: a escala, na qual o barco será construido. Concordo plenamente que, para que haja uma popularização da vela, serão necessários muitos barcos. Poder construir o barco rápido, facilmente e muito barato é sem sombra de dúvida vital para o sucesso do projeto. Por outro lado, sinto que não podemos esquecer que o barco deveria poder ser construido de forma amadora: isto permitiria a muitas pessoas participarem do projeto construindo um barquinho por elas mesmas, ainda que longe dos centros urbanos e dos centros de vela. Do ponto de vista de arquitetura naval, não existe nada que impeça tal realização.

Estou reparando também que não se está pensando ainda na logística de se conseguir estes materiais para a construção: como será o transporte da matéria prima do barco e quanto este transporte irá custar.

Talvez devessemos começar a pensar em dois ou três modelos diferentes de barcos para satisfazer as diversas necessidades que estamos encontrando. O projeto como um todo pode contar com mais de um barco para popularizar a vela. Sendo assim, teríamos um barco que daria preferência à construção amadora, outro à construção seriada, outro a outro tipo de exigência, por exemplo: ser um barco de maior porte!

Uma vez tendo dito tudo isto, creio ainda que estamos negligenciando o mais importante: a capacidade do projeto de evoluir além do boat show. Eu acredito que a oferta do Jorge de construir um protótipo no boat show, oferece uma oportunidade para divulgação como muito poucas outras. No entanto, eu gostaria de saber, na visão dos amigos aqui, quem poderia ser responsável por dar continuidade ao trabalho de se construir um protótipo? Quem seria o guardião deste protótipo? Até porque não vejo muito sentido em ter todo este trabalho para deixar o barquinho morrer uma morte súbita (logo que o boat show terminar) ou uma morte lenta e nosso trabalho ir por água-baixo.

Um abraço a todos e bons ventos.
Paulo

_________________
Paulo Machado Lima
Projetista & Construtor Naval
www.machadoboatdesign.com


Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico:
MensagemEnviado: Qua Ago 09, 2006 11:17 am 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Ter Mar 02, 2004 6:06 pm
Mensagens: 9435
Paulo...voce seria a minha opcao para projetista....!

_________________
Jorge Nasseh (M.Sc Engenharia Naval) Vice Presidente da ACOBAR e autor dos livros: "Manual de Construção de Barcos", "Métodos Avançados de Construção em Composites" e "Técnica e Prática de Laminação em Composites"


Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico:
MensagemEnviado: Qua Ago 09, 2006 1:27 pm 
Offline
Usuário primeira classe
Avatar de usuário

Data de registro: Sex Fev 20, 2004 12:37 pm
Mensagens: 909
Citação:
Eu acredito que a oferta do Jorge de construir um protótipo no boat show, oferece uma oportunidade para divulgação como muito poucas outras.


Concordo muito

Citação:
No entanto, eu gostaria de saber, na visão dos amigos aqui, quem poderia ser responsável por dar continuidade ao trabalho de se construir um protótipo? Quem seria o guardião deste protótipo? Até porque não vejo muito sentido em ter todo este trabalho para deixar o barquinho morrer uma morte súbita (logo que o boat show terminar) ou uma morte lenta e nosso trabalho ir por água-baixo.


Como já aconteceu antes... Eu posso falar com alguns contatos que eu tenho em São Paulo, como uma escola de vela, por exemplo (seria um bom lugar para o barco ficar mais conhecido, não?). Mas escolas não constroem barcos... Quanto custaria para terminá-lo, com mastro, velas e tudo?

Citação:
Paulo...voce seria a minha opcao para projetista....!


Interessante...

_________________
Antonio Alonso JR


Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico:
MensagemEnviado: Qua Ago 09, 2006 10:10 pm 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Ter Mar 02, 2004 6:06 pm
Mensagens: 9435
Paulo Lima..por que voce nao me envia um draft..!!

_________________
Jorge Nasseh (M.Sc Engenharia Naval) Vice Presidente da ACOBAR e autor dos livros: "Manual de Construção de Barcos", "Métodos Avançados de Construção em Composites" e "Técnica e Prática de Laminação em Composites"


Voltar ao topo
 Perfil  
 
 Assunto do Tópico:
MensagemEnviado: Qui Ago 10, 2006 12:27 am 
Offline
Usuário primeira classe

Data de registro: Seg Fev 06, 2006 12:35 pm
Mensagens: 634
Localização: Rio de Janeiro
Paulo Lima escreveu:
O Ivan estava expressando um desejo de que se utilizasse uma tecnologia barata, onde barato poderia significar que não se utilizasse ferramentas elétricas caras.


Não somente a questão das ferramentas, mas principalmente a necessidade de construir um molde ou picadeiro. Num barco grande, com motor, hidráulica, sanitários e elétrica o custo de materiais e mão de obra adicional é irrisório mas num monotipo ele com certeza será signficativo.

Paulo Lima escreveu:
Para tanto ele estava partindo do pressuposto que construção de "costura e cola" valeria tanto para compensado naval quanto para espuma. Infelizmente isto não é bem verdade: a espuma não suporta a costura da mesma forma que compensado - ela primeiro amassa sob a pressão da costura e depois rasga, se não de todo, o suficiente para atrapalhar a construção!


Num costure e cole com arame, 1mm de diâmetro, com certeza a espuma vai rasgar, mas pretendo usar abraçadeiras de nylon largas (5 mm). Acho que pode dar certo.

Paulo Lima escreveu:
Assim sendo a tecnologia para construção com espuma requer um molde para dar forma ao casco, denominada em inglês de "ply on frames" (ver construção de Mini 650 no Rio Boat Show 2006).


Ví ao vivo. Estive lá quase todos os dias :-).

Ivan


Voltar ao topo
 Perfil  
 
Mostrar mensagens anteriores:  Organizar por  
Criar novo tópico Responder Tópico  [ 212 Mensagens ]  Ir para a página Anterior  1 ... 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 ... 15  Próximo

Todos os Horários estão como UTC - 2 horas


Quem está online

Usuários vendo este fórum: Nenhum usuário registrado online e 6 visitantes


Você não pode criar novos tópicos neste fórum
Você não pode responder tópicos neste fórum
Você não pode editar suas mensagens neste fórum
Você não pode excluir suas mensagens neste fórum
Você não pode enviar anexos neste fórum

Procurar por:
Ir para:  
Powered by phpBB © 2000, 2002, 2005, 2007 phpBB Group
Traduzido por phpBB Brasil